Um olhar profissional à competição universitária

Solar Decathlon Europe

Claro que é bom dar a oportunidade aos estudantes para testar ensinamentos teóricos. Se essa experimentação ocorrer com tecnologias sustentáveis, como acontece no Solar Decathlon, ainda melhor. Mas as universidades estão atentas a esta realidade? Em que medida este contacto com o mercado de trabalho poderá ser benéfico para os estudantes? E o futuro das cidades, também poderá sair beneficiado? Eduardo Oliveira Fernandes, Presidente da Agência de Energia do Porto, Paulo Mendonça, professor da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho, Hélder Gonçalves, director do Laboratório de Energia do LNEG, José Macário Correia, presidente da Câmara Municipal de Faro, Nuno Leónidas, arquitecto, e Manuel Duarte Pinheiro, responsável do Sistema LiderA, ajudam a responder.

As perguntas:

  1. O desenvolvimento tecnológico e a experimentação em energia solar aplicada na arquitectura são os motores do Solar Decathlon Europe. Na sua opinião, qual a relevância desta temática no contexto actual do ensino e das práticas de arquitectura e engenharia em Portugal?
  2. Sendo o Solar Decathlon Europe uma competição internacional dirigida a estudantes universitários, acha que esta pode favorecer o empreendedorismo nas áreas da arquitectura e engenharia? Em que medida este primeiro contacto com o mercado de trabalho poderá ser benéfico?
  3. Como poderá uma competição deste género contribuir para os edifícios e para as cidades do futuro?

 

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In Arquitecturas - Especial a 5 de maio de 2012

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