DURASOL - Durabilidade de Coletores Solares Térmicos

resumo

O mercado dos colectores solares térmicos (CST) encontra-se em grande expansão. Apesar de serem comercializados actualmente uma grande variedade de produtos, a área do solar térmico é ainda uma área em intenso desenvolvimento, procurando-se produzir novos colectores com melhor desempenho e de menor custo, tanto para baixas temperaturas (<80°C) como para a gama de médias temperaturas (80-250°C). Sendo equipamentos de custo relativamente elevado, espera-se que tenham elevada durabilidade, rendimento e fiabilidade.

Portugal é um país com grande potencial de aproveitamento da energia solar térmica, devido ao elevado recurso solar. Este facto, aliado a uma extensa linha de costa, tem um forte impacto na durabilidade dos materiais utilizados nos colectores, quer sejam metálicos ou poliméricos e, consequentemente, uma diminuição do seu tempo de vida útil.

A degradação/corrosão de materiais é um problema gravíssimo que é responsável pela perda de 1/5 da energia consumida a nível mundial. Alguns materiais metálicos e poliméricos são particularmente susceptíveis à corrosão/degradação, tendo em conta a conjunção dos diferentes parâmetros atmosféricos, nomeadamente os cloretos, o dióxido de enxofre, a humidade relativa e a radiação ultravioleta.

A norma europeia que sustenta a certificação dos CST e seus componentes (EN 12975) dá indicações gerais relativas à necessidade de ensaios de envelhecimento acelerado e refere que estes ensaios são muito importantes para o desenvolvimento de novos colectores e para a predição do seu tempo de vida útil.

 

 


Este projeto é financiado por fundos FEDER através do Programa Operacional Factores de Competitividade – COMPETE e por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do Projeto FCOMP-01-0124-FEDER-027507 (Ref. FCT RECI/EMS-ENE/0170/2012)

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